
O novo site da ONIP está no ar, totalmente renovado e com muita informação. A Onip atua como fórum de articulação e cooperação entre as companhias de exploração, produção, refino, processamento, transporte e distribuição de petróleo e derivados, empresas fornecedoras de bens e serviços do setor petrolífero, organismos governamentais e agências de fomento.
Site: www.onip.org.br

FOTO: Carlos Magno
FONTE: Folha de São Paulo (Denise Luna e Italo Nogueira)
A jovem Gracinha curtia festa, era brincalhona e fazia rir as colegas de faculdade. A executiva Graça assusta subordinados com calendários, broncas e rigidez. As duas têm agora algo em comum.
Personagem principal nas peças de teatro do colégio na década de 60, Maria das Graças Silva Foster, 58, agora é protagonista na Petrobras.
Para chegar ao topo da maior empresa do Brasil, Graça, como hoje gosta de ser chamada, fez uma trajetória sob a marca da rigidez.
Isso fica evidente ao entrar em sua sala no 23º andar do prédio na avenida Chile, centro do Rio. Num imenso calendário, ela faz os gerentes escreverem a data exata em que entregarão as obras.
Quando o prazo é cumprido, o dia ganha fotografia e discreta comemoração. Quem não respeita os prazos se arrisca a ser remanejado.
"Ela é rígida, mas fala sinceramente que a pessoa não está rendendo e remaneja para outra função, explicando exatamente por que isso está acontecendo", disse o diretor do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia, Jean-Paul Prates.
Apontada pelo jornal inglês "Financial Times" como uma das 50 mulheres em ascensão no mundo dos negócios, Graça apresenta resultados. Sob sua gestão, a diretoria de Gás e Energia da estatal passou de prejuízo de R$ 1,3 bilhão em 2007 para lucro de R$ 3,1 bilhões em 2011.
Decisões heterodoxas auxiliaram os êxitos da gestão. Para acelerar a conclusão de um gasoduto, decidiu enterrar o equipamento que fez a perfuração dos túneis em vez de desmontá-lo, o que atrasaria a obra em 104 dias.
O enterro da Anita, como a máquina era chamada por Graça, acelerou a obra e cumpriu os prazos estabelecidos.
Primeira mulher a comandar uma petroleira, estar quase solitária entre homens não é novidade para Graça. Formou-se engenheira química em 1978, na UFF (Universidade Federal Fluminense), em Niterói, com 42 homens e somente outras sete mulheres.
Incentivada pelo professor Egil Wagner Monteiro, Graça entrou na Petrobras como estagiária nesse mesmo ano: "Era uma aluna brilhante e foi uma estagiária brilhante. Sempre foi competente e estudiosa, muito dedicada".
Mineira de Caratinga, Graça nasceu em 1953. Aos dois anos, foi para o Rio. Viveu no morro do Adeus (zona norte), disse em entrevistas. No Complexo do Alemão, não há memória de sua passagem.
Em conversa com um assessor de ministro, no ano passado, contou que a mãe, Terezinha Pena Silva, era "paupérrima" e que vendia "umas coisas" para ajudá-la no sustento da casa. Diz-se que foi catadora de papel.
Graça deixa claro que a "vida particular se adapta a Petrobras", como disse a "Prata da Casa". Chega a s 7h30 ao trabalho, sem hora para sair.
De estagiária a presidente, Graça definiu a publicação da UFF a sua trajetória: "Eu poderia dizer que [entrar na Petrobras] foi um sonho, mas, na verdade, foi um acerto".

Niterói, ao lado da capital e de Macaé, está entre as líderes do emprego formal no Estado do Rio de Janeiro em 2011. Segundo dados da Secretaria de Estado de Trabalho e Renda, foram criados 202.495 novos postos de trabalho com carteira assinada durante o período.

A SKF, fabricante sueca de rolamentos e prestadora de serviços industriais, vai construir cinco unidades até 2013 no Brasil. Em março, inaugura filial em Macaé.
O objetivo, diz Carlos Alberto Fernandes, diretor da multi no país, é dar consultoria e fazer serviço de manutenção industrial para os setores naval e de óleo e gás.
Fonte: Glaucia Cavalcante - O Globo

Foto: Agência Petrobras
As obras do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj) deverão contratar mais 7 mil empregados até o final deste ano em todas as empresas que estão atuando na região, se somando aos 13 mil trabalhadores que já estão participando das obras em Itaboraí. A informação foi confirmada pelo diretor de abastecimento do Comperj, Paulo Roberto Costa.
“Até o final do ano estaremos com 20 mil trabalhadores em todas as empresas que estão trabalhando nas obras. Quando estivermos no pico de obras, em 2014, teremos cerca de 40 mil empregos diretos no Comperj”, afirmou Costa.
No total, 200 mil empregos diretos, indiretos e por “efeito-renda” serão criados devido a instalação do complexo, de acordo com a Petrobras. Paulo Roberto Costa reafirmou a intenção de utilizar a mão de obra local nas obras. Para isso, a estatal criou o Centro de Integração do Comperj, que fica em São Gonçalo e pretende qualificar 30 mil profissionais nos 11 municípios situados na área de influência do empreendimento (Itaboraí, São Gonçalo, Cachoeiras de Macacu, Casimiro de Abreu, Guapimirim, Niterói, Maricá, Magé, Rio Bonito, Silva Jardim e Tanguá). Devem ser oferecidos mais de 60 tipos de cursos gratuitos em todos os níveis.
O ingresso ocorre por meio de processo seletivo público. O Centro faz parte do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás (Prominp). Segundo a Petrobras, os interessados devem enviar currículo para o departamento de Recursos Humanos dos consórcios contratados. Quem tiver concluído curso do Prominp deve incluir esse quesito. O Prominp também encaminha para as empresas os currículos dos ex-alunos que concluíram a qualificação.
Funcionamento
As obras do Comperj têm previsão para ficarem prontas em 2014. A primeira refinaria entrará em funcionamento em 2014 e a segunda começará a operar em 2018, disse o diretor de abastecimento. Cada refinaria terá capacidade de 165 barris/dia. Segundo Paulo Roberto Costa, cerca de 30% das construções estão prontas e algumas instalações devem entrar em operação em breve como a de tratamento de água.
“O início do funcionamento do complexo vai acontecer aos poucos. Quando estivermos com 70% das obras concluídas já estaremos com muitas instalações em pré-funcionamento para que tudo comece a funcionar em 2014”, contou.
O FLUMINENSE - Bruno Uchôa

FONTE: NN A Mídia do Petróleo - Rodrigo Leitão
O crescimento da economia brasileira, associado a escassez de mão de obra especializada está atraindo cada vez mais trabalhadores estrangeiros para o país. A definição de regras para este ingresso não podia ocorrer em um momento tão oportuno. No primeiro semestre de 2011, o número de vistos de trabalho concedidos a estrangeiros alcançou a marca de 26.545 – um salto de 19% em relação a igual período de 2010, segundo dados oficiais. O destino da maioria seria a Bacia de Campos, onde estão as plataformas de petróleo.
Mas comparado a outros países, o Brasil ainda precisa melhorar. A diretora da Mundivisas, consultoria especializada em imigração, Mariangela Moreira, destaca que, no caso do setor de petróleo e gás, o principal entrave para aqueles que vêm exercer atividades a bordo de embarcações é compatibilizar a operação com os procedimentos a serem cumpridos na obtenção do visto e o registro na Polícia Federal, para obtenção da Carteira de Identidade para Estrangeiros.
Na opinião da executiva, um dos gargalos é não existir na lei um visto específico para os marítimos e técnicos estrangeiros que trabalham embarcados. Na legislação em vigor, se utiliza o visto Temporário V, o mesmo que se aplica aos trabalhadores estrangeiros onshore. Assim, os procedimentos determinados na lei são de caráter geral e são exigidos da mesma forma para os dois casos. “A meu ver, deveriam ser distintos, uma vez que os marítimos ou técnicos que trabalham embarcados não possuem residência de fato no Brasil. Sua permanência no país ocorre somente durante o período em que estão embarcados. Na grande maioria dos casos, esses estrangeiros nem mesmo possuem vínculo de emprego com a empresa brasileira", explica.
Uma vez registrados no país com a classificação de Temporário V, são considerados residentes, quando de fato não o são. “Visto que o número maior de autorizações de trabalho concedidas é para estes trabalhadores offshore, certamente teríamos um ganho na agilidade dos procedimentos e na economia processual para administração pública, que poderia investir seus esforços na fiscalização”, diz Mariangela.
Segundo a diretora, no caso de uma demanda por transferência de executivos, a primeira questão para a Mundivisas, enquanto consultoria, é analisar os requisitos da empresa brasileira (Filial Brasileira da Multinacional) e do estrangeiro em processo de transferência, a fim de identificar o amparo legal e o tipo de visto adequado.
De acordo com a executiva, um dos motivos dessa alta de executivos estrangeiros é a percepção dos investidores no país como um bom local para investir suas economias, devido ao forte desempenho do investimento estrangeiro direto, investimento esse relacionado a projetos de longo prazo e interesse duradouro das empresas matrizes em investir no Brasil. “O número maior de autorizações para executivos é principalmente decorrente do aumento de empresas de capital estrangeiro no Brasil”, ressaltou. “í‰ expressamente vedado ao estrangeiro portador de Visto Temporário exercer cargo com poder de representação da sociedade. Sendo identificada a necessidade do visto permanente, a Mundivisas orienta e assessora a empresa para o cumprimento dos requisitos legais", concluiu Mariangela.
SERVIí‡O:
MUNDIVISAS - Legalization of Foreigners
Rio - Macaé - Brasília
www.mundivisas.com.br

Estou aqui para pedir desculpas pela ausência de novas postagens.
No entanto, em breve voltarei a trocar informações com todos.
Sejam felizes e encontrem boas oportunidades no mundo do petróleo.
Afinal, o tempo não para!
Notícias